terça-feira, 7 de julho de 2009

Os pós-junguianos e o elogio da multiplicidade




O artigo deste post é o mesmo que escrevemos para o livro Sacral Revolutions (no prelo). Com a devida autorização da editora, apresentamo-lo em nosso blog, em português.



Os pós-junguianos e o elogio da multiplicidade



Por Marcus Quintaes e Henrique Pereira




Andrew Samuels é, provavelmente, o pensador e analista junguiano estrangeiro que mais vezes visitou o Brasil nos últimos vinte anos. Desde o início da década de 1990, Samuels visitou nosso país em diversas ocasiões para compartilhar seu conhecimento e experiência psicológicos com a comunidade junguiana brasileira. Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Belo Horizonte e Canela foram algumas das cidades que receberam este analista britânico — e, tendo em vista seu interesse em política, poderíamos dizer cidadão britânico. Nesta longa trajetória por nossas terras tropicais, Samuels apresentou muitos temas e tópicos atuais. Dentre os temas de interesse teórico e clínico, abordou a relação entre psicologia profunda e transformação política, o fascínio do fundamentalismo, a questão do corpo do pai, o relacionamento entre angústia pessoal e desespero social, a noção do “líder suficientemente bom”, a experiência do amor e suas feridas. Sua mais recente palestra, proferida em novembro de 2008, em São Paulo, tratou do tema da agressão transformadora no contexto pessoal e cultural.


A maioria dos livros de Samuels foi traduzida para o português. Contudo, foi indiscutivelmente a tradução e publicação de seu volume de 1985, Jung and the Post-Jungians, em 1989, que o tornou uma referência fundamental para o campo junguiano brasileiro. Este livro é hoje um clássico acima e abaixo do Equador. Nele, Samuels apresentou os principais conceitos e ideias da teoria e prática da psicologia analítica — arquétipo, complexo, ego, desenvolvimento da personalidade, sonhos, processo analítico — tal como formulados por Jung, assim como os aportes e as revisões dos autores pós-junguianos. Destacamos aqui dois tópicos que nos parecem cruciais para a compreensão da importância e repercussão deste livro, particularmente, no Brasil. O primeiro se refere ao uso do termo “pós-junguiano”: Que significa esta expressão? Qual o telos desta imagem?


Temos testemunhado que a psicologia junguiana perdeu muito de seu brilho e interesse desde a morte de Jung. Tem-se a impressão de que muitos junguianos ficaram satisfeitos em apenas repetir as palavras do mestre. Assim, a psicologia analítica foi aos poucos se impermeabilizando a trocas com outros saberes, evitando discutir ideias diferentes das suas. Depois de Jung, poucas concepções originais brotaram no campo junguiano. Será esta tendência indicativa do medo dos junguianos de colocar em risco as próprias ideias de Jung? Somente pela compreensão deste cenário histórico como ponto de partida é que podemos entender o surgimento do movimento pós-junguiano e desse modo desfazermos a fantasia ilusória de que o prefixo “pós” possa ser interpretado como afirmação de que as ideias de Jung estão simplesmente obsoletas. Diversamente, a atitude pós-junguiana significa um compromisso ético em levar o pensamento de Jung “adiante” — isto é, a intenção é promover a expansão das fronteiras da psicologia analítica para além dos territórios já conquistados. Mais ainda, se quisermos aprofundar a metáfora, podemos descrever a atitude pós-junguiana como envolvendo também a capacidade de abdicar das terras que se mostram inférteis e improdutivas, e fazer seu luto (e.g. o preconceito de gênero embutido nos conceitos de anima e animus). Os pós-junguianos estão com Jung mesmo quando vão além de Jung.


De acordo com Samuels, portanto, a atitude pós-junguiana significa a rejeição à reverência inapropriada e aceitação passiva da psicologia de Jung, evitando uma atitude que pode ser descrita como fundamentalista em psicologia. Um exemplo, retirado da revista Spring 2001, cujo título é Jungian Fundamentalism, pode ajudar a esclarecer a questão:

“Alguns anos atrás, como cortesia, enviamos a uma analista junguiana (formada no Instituto Jung de Zurique) em Genebra alguns exemplares da Spring, depois que ela expressou interesse nas nossas publicações. Meses se passaram e não tivemos mais notícias dela, nem um obrigado, nem se tinha recebido as revistas ou o que havia achado delas. Curiosos e temerosos de que talvez as publicações não tivessem chegado, contatamos a analista e lhe perguntamos se as tinha recebido. Ela disse que tinha e se desculpou por não ter nos agradecido mais prontamente. Então, houve uma pausa embaraçosa. Assim, ainda mais curiosos, perguntamos-lhe o que ela tinha achado das revistas. Ela disse que havia gostado muito delas, mas estava perplexa. Imaginava por que nos preocupávamo-nos em publicar ensaios sobre psicologia visto que Jung já tinha escrito tudo que era necessário ser escrito sobre psicologia e nada mais era preciso” (p.5).

A atitude pós-junguiana consiste justamente no repúdio desta posição, já que implica uma simultânea aproximação e distanciamento crítico do legado de Jung. É importante ressaltar a palavra “crítico” neste cenário. Samuels no artigo intitulado “Will survive the post-jungians?” comentou que se fosse reescrever Jung e os pós-junguianos, seu novo título seria Psicologia analítica crítica. Este distanciamento crítico é que irá permitir aos pós-junguianos a liberdade necessária de pensamento para o completo aprofundamento nos textos de Jung. Nesse sentido, a atitude pós-junguiana significa a adoção de uma perspectiva pluralista na psicologia profunda. Não por acaso, o livro seguinte de Samuels se chamou A psique plural. Neste trabalho, o pluralismo é descrito como o jogo entre multiplicidade e unidade, e não como sinônimo de multiplicidade. O um e o múltiplo, não o um ou o múltiplo. Na perspectiva pluralista, as diferenças teóricas e práticas são bem-vindas, assim como é bem-vindo o consenso, contanto que não elimine o valor específico dos pontos de vista particulares. Em resumo, nenhuma teoria é a priori melhor que outra, visto que todas exibem vantagens e desvantagens. O corolário disto na prática clínica é o de que nenhum material do paciente é considerado, por princípio, mais importante. Assim, a análise da transferência-contratransferência não é “melhor” para a prática do clínico do que o trabalho com imagens e símbolos — e vice-versa. Isto se aplica também a nós como pessoas. Conforme explica Samuels, “deparamo-nos com a tarefa pluralista de reconciliar nossas muitas vozes e imagens no interior de nós mesmos com o desejo e a necessidade de nos sentirmos integrados e de podermos falar com uma única voz” (id., 1992., p.16).


O pluralismo, como sabemos, deita raízes no pensamento de William James (cf. 2006). Entretanto, convém não esquecermos o quanto Jung, ele próprio, aproximou-se da filosofia deste pensador americano (cf. Shamdasani 2003; Pereira 2007). No seu prefácio de “Tentativa de apresentação da teoria psicanalítica”, Jung (1998) cita uma passagem de James a fim de sustentar exatamente seu direito de propor ideias que divergem da ortodoxia psicanalítica representada pelas concepções de Freud:

“Você deve extrair o valor prático de cada palavra e colocá-lo em ação dentro da corrente de sua experiência. Isto parece menos, então, uma solução do que um programa de mais trabalho e mais, sobretudo, uma indicação dos meios pelos quais se podem mudar realidades existentes. As teorias tornam-se, portanto, instrumentos e não respostas a enigmas, em que possamos nos apoiar. Não nos detemos nelas. Nós avançamos e, por vezes, mudamos a natureza com sua ajuda” (James apud Jung, 1998, p.98).

A afinidade de Jung com o pluralismo de James vai muito além do trecho citado acima, mas isto não pode ser plenamente desdobrado aqui. Contudo, vale recordamo-nos uma passagem de Jung, onde ele revela uma posição explicitamente pluralista. Na conferência “Medicina e psicoterapia”, de 1945, observou:

“As teorias são inevitáveis, mas não passam de meios auxiliares. Assim que se transformam em dogmas, isso significa que uma dúvida interna está sendo abafada. É necessário um grande número de pontos de vista teóricos para produzir, ainda que aproximadamente, uma imagem da multiplicidade da alma. Por isso é que se comete um grande erro quando se acusa a psicoterapia de não ser capaz de unificar suas próprias teorias. A unificação poderia significar apenas unilateralidade e esvaziamento. A psique não pode ser apreendida numa teoria, tampouco o mundo” (id., 1988, p.85).

Ora, Samuels, colocando-se a favor do pluralismo como a posição filosófica ou ideológica mais adequada para a psicologia profunda, revela-se, mais do que nunca, “junguiano”! Mostra-se desse modo herdeiro do caráter inquieto, herético e antidogmático que marca a psicologia de Jung — ou ao menos parte dela. O temperamento pluralista incutido na expressão “pós-junguiano” constitui, ele próprio, parte da alma da psicologia analítica de Jung. Samuels — ao lado de outros, sobretudo James Hillman — merece o crédito de ter exaltado esse aspecto da psicologia junguiana. Em um artigo escrito em 2002, “The Hidden Politics of Healing: Foreign Dimensions of Domestic Practice”, retoma a discussão do pluralismo na psicologia profunda, mostrando os riscos, mas principalmente os benefícios desta abordagem. O psicoterapeuta pluralista, observou, passeia pelas escolas de psicologia porque entende que, em alguns casos, determinado enfoque teórico ou método terapêutico pode se mostrar mais benéfico para o paciente. Interessado primeiramente nas conseqüências práticas de suas escolhas teóricas, o psicoterapeuta pluralista é um pragmatista.


O reconhecimento da diversidade de interpretações da obra de Jung pelos pós-junguianos trouxe com ele a necessidade de se considerar seriamente as dinâmicas de poder atuantes na psicologia profunda. Assim como no nível subjetivo, onde os heterogêneos complexos anímicos lutam entre si, a realidade profissional do campo junguiano é marcada por disputas. Com efeito, o próprio dispositivo analítico é atravessado pelo poder. Questões de classe e ideologia, por exemplo, costumam desempenhar um papel importante no trabalho psicoterapêutico — sobretudo quando negligenciadas, como acontece ainda hoje em dia. Samuels examinou estas questões detalhadamente em dois livros de amplo alcance: A psique política (1995) e A política no divã (2002a).


Tudo isto indica que o modo como Samuels escreve seus textos pós-junguianos é, em determinado nível, a expressão de uma fantasia pluralista. Fantasia que, com sua ênfase na diversidade, nas permutas e — por que não? — no roubo de idéias, poderá nos orientar na produção e consumo da literatura pós-junguiana. Nesse aspecto, a psicologia de Samuels está sob o signo de Hermes, o deus das trocas, conforme ele próprio reconheceu.
O segundo ponto oriundo do trabalho de Samuels que gostaríamos de destacar é a importância da classificação das escolas junguianas segundo diferentes critérios teóricos e clínicos. Ultrapassando, as classificações anteriores, que eram orientadas por aspectos geográficos e históricos, Samuels privilegia uma nova modalidade de classificação, que valoriza determinados aspectos tanto do corpo teórico como da prática clínica. Desta nova direção, ele propõe três escolas junguianas: clássica, desenvolvimentista e arquetípica. A escola clássica privilegia a tradição inaugurada por Jung no que concerne à busca da individuação e realização do si-mesmo. A escola desenvolvimentista trabalha sobre aspectos da infância e do desenvolvimento da personalidade, assim como as dinâmicas da transferência e contratransferência. Finalmente, a escola arquetípica enfatiza o soul-making e o trabalho com as imagens, tal como proposto por James Hillman.


É interessante notar que esta tentativa de classificação das escolas e, posteriormente, re-classificá-las, foi alvo não apenas de vários embates entre os junguianos, mas também de um auto-exame por Samuels. Fiel ao preceito de Jung de que toda teoria é uma “confissão subjetiva”, realizou a sua própria:

“Indubitavelmente, um elemento de minha própria sombra estava presente no livro — talvez houvesse uma fantasia sincretística olímpica ao fazer uma classificação como aquela. Espero que a utilidade que ele teve ao longo dos anos tenha superado os aspectos de sombra. Na verdade, não escrevi o livro de uma perspectiva de claridade olímpica; escrevi a partir da confusão de ser um recém-formado analista que necessitava compreender o que tornava meus antecessores e superiores tão agitados e divididos. Se houvesse um deus deste livro, seria Hermes em vez de Zeus. No livro, e subseqüentemente, assumi uma posição muito menos literal em relação às escolas. O que eu diria agora é que dentro de cada analista junguiano há um analista da escola clássica, um analista da escola desenvolvimentista e um analista da escola arquetípica. Isto significa que está potencialmente aberto a qualquer analista ou candidato junguiano, ou psicoterapeuta de orientação junguiana, acessar um amplo espectro de ideias, práticas, valores e filosofias que constitui o campo global da psicologia e análise pós-junguiana. Isto no capacita a saudar a emergência daquilo que agora chamo de ‘analista junguiano modelo novo’ (new model Jungian analyst). Este é alguém que, por causa do trabalho de diferenciação que eu e outros fizemos, é capaz de saber quando trabalham de algum modo em particular, com ideias e práticas específicas das quais estão tirando partido: clássica (si-mesmo e individuação); desenvolvimentista (infância, transferência-contratransferência); arquetípica (alma, imagens particulares). Eles podem tirar partido de todas elas, algumas delas e, conforme discutiremos a seguir, nenhuma delas. Podem variar a mistura através de sua prática; podem variá-la na análise de um indivíduo; e podem variá-la nos limites de uma única sessão analítica clínica” (Samuels,1988, p.20).

Neste mesmo texto, escrito treze anos depois da publicação de Jung and the Post-Jungians, Samuels revê e propõe uma nova e mesmo mais provocativa classificação para as escolas de psicologia analítica pós-junguianas. Mantém que as escolas clássica e desenvolvimentista ainda existam, porém, acrescenta aquilo que irá nomear como versões extremas destas duas escolas: o Fundamentalismo junguiano e o Junguiano fusionado com a psicanálise.


Os fundamentalistas junguianos se caracterizam pelo desejo de controlar pensamentos e das identidades. O texto de Jung é interpretado como escritura sagrada provocando uma ênfase desmedida sobre o homem Jung ou aquilo que poderia ser denominado “modo de vida junguiano” (Jungian way of life). As noções de ordem, padrão, equilíbrio e integração são privilegiadas e há a tentativa de excluir as experiências estranhas a este padrão de fantasia: fragmentação, evanescência, dispersão, inconstância.


Os adeptos à fusão com a psicanálise são aqueles que idealizam a psicanálise como uma técnica e um saber mais refinados, tanto teoricamente como clinicamente, que a análise junguiana. Daí ocorre a renúncia a conceitos e contribuições que Jung considerava fundamentais para a prática clínica: uso da contratransferência, o telos do inconsciente, a perspectiva simbólica da vida psíquica, sonhos como compensação. O desafio para esta escola (segundo Samuels) é descobrir se eles podem usar conceitos psicanalíticos sem perder sua identidade de analistas junguianos.
Aqui retornamos ao início de nosso texto para nos perguntar: Qual a relação entre estas duas características específicas do livro seminal de Samuels – atitude pós-junguiana e sua classificação das escolas – com suas recorrentes incursões ao nosso país, Brasil?


Parece-nos que o Brasil foi um dos principais países onde a semente da atitude pós-junguiana pôde germinar e florescer em abundância. Não por acaso. Afinal, o Brasil é uma nação feita de diversidade e mistura, alguns ingredientes básicos da receita pluralista. Em síntese, nossa nação foi formada por colonizadores portugueses que trouxeram escravos africanos para um vasto território povoado por índios. Deste encontro — não isento de exploração e injustiça, é claro — produziu um povo essencialmente mestiço e “antropofágico”, isto é, capaz de absorver produtos estrangeiros, e transformá-los, para depois exportá-los de volta a outros países. Este é o caso, por exemplo, da bossa nova, que sofreu forte influência do jazz, e do futebol, originalmente um esporte britânico. Depois desta pequena digressão voltemos à psicologia.


Há no Brasil duas sociedades oficiais ligadas a International Association for Analytical Psychology (IAAP): a Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica (SBPA) e a Associação Junguiana do Brasil (AJB). Além destes dois grupos oficiais, há uma pluralidade associações não-oficiais e independentes espalhadas em vários estados do país, cada qual estudando, praticando e transmitindo o saber junguiano de modo próprio. Nomeamos alguns destes grupos aqui em parte porque Samuels fez questão de relacionar-se com estas organizações menos formais, composta frequentemente de uma geração mais nova de psicólogos e outros intelectuais. Eis uma breve lista: Himma - Estudos em Psicologia Imaginal, em São Paulo, Sizígia, em Fortaleza, Núcleo de Estudos Junguianos, em Minas Gerais, Rubedo, no Rio de Janeiro, Clínica Psiquê, na Bahia, e Alteritas no Espírito Santo.


No Brasil, esses grupos comprovam a intuição de Samuels de que é possível usar a psicologia analítica de Jung de modo crítico e criativo. Cada grupo reinventa seu próprio “Jung” de acordo com suas preferências, elegendo os textos que mais lhe agradam, valorizando certos aspectos e sendo críticos com outros. Alguns grupos mais assumidamente “pós-junguianos”, outros com mais afinidades com a escola clássica; muitos fortemente influenciados pela psicologia arquetípica de James Hillman, como o Himma. Enfim, deparamo-nos com uma gama variada e plural de atitudes heterogêneas diante de um mesmo nome: Jung. Isto sem falar nos junguianos que, algo heróicos em sua relativa solidão, levam as ideias de Jung para a arena acadêmica nas universidades brasileiras.


É importante, portanto, compreender e ressaltar a fundamental importância que Andrew Samuels tem nesse processo. Em suas inúmeras visitas ao Brasil no decorrer destas últimas duas décadas, emprestou sua imagem e respeitabilidade, seu saber e sua vasta experiência, não apenas às sociedades oficiais de psicologia junguiana do país, mas também a vários outros grupos junguianos não-oficiais ou independentes. Agindo deste modo, Samuels é como um mensageiro, uma espécie de Hermes, que traz e leva mensagens a pessoas e lugares distintos. Errante pelo globo, carrega propostas que inspiram a discussão das ideias junguianas em diversos fora. Assim, pessoal e profissionalmente, ele soma uma dimensão de credibilidade ética ao termo que cunhou. E mais: mantém-se coerente a uma ideia que sempre foi um dos pilares de sua construção teórica: a idéia de pluralidade. Poderíamos concluir que, para Samuels, pensar este corpo teórico denominado psicologia junguiana é pensar em multiplicidade: multiplicidade psíquica, de visões, estilos e modos de trabalhar a psicologia junguiana.



Referências bibliográficas

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